
Paços de Ferreira, Porto, 23 ao (Lusa) — O Paços de Ferreira defendeu hoje que “o mito” do vídeo-árbitro só funcionou por três jornadas na I Liga de futebol, tecendo duras críticas ao “erro de análise” de Carlos Xistra que ditaria a vitória do Feirense (2-1).
Num comunicado com sete pontos, a direção pacense dá conta do seu inconformismo face à grande penalidade assinalada pelo árbitro Carlos Xistra no jogo da terceira jornada com o Feirense, após consulta ao vídeo-árbitro (VAR), e fala num erro que “pode vir a revelar-se decisivo no futuro, desvirtuando assim a verdade desportiva, fim último da introdução de novas tecnologias que tanto se apregoou”.
“A direção do FCPF SDUQ não pode conformar-se – sem recurso a todos os meios legais ao seu dispor – com todos os factos ocorridos (…). Na realidade, a equipa de arbitragem auxiliada por todos os meios técnicos ao seu dispor decidiu pela manutenção de um erro de análise de um lance ocorrido no final do jogo, o qual nos retirou a possibilidade de pontuação, facto que pode vir a revelar-se decisivo no futuro”, pode ler-se no comunicado partilhado na página oficial do Paços de Ferreira na Internet.
