Lisboa, 11 abr (Lusa) — O Conselho das Finanças Públicas estimou hoje que o défice ajustado do efeito das medidas extraordinárias ficou em 2,5% do PIB em 2016, acima dos 2,1% do PIB divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o relatório que analisa as contas das administrações públicas de 2016, hoje divulgado, houve “medidas temporárias e não recorrentes (‘one-offs’) que beneficiaram excecionalmente a execução orçamental em 780 milhões de euros (0,4% do PIB)”.
Assim, diz a instituição liderada por Teodora Cardoso, “o défice ajustado do efeito de ‘one-offs’ ascendeu a 2,5% do PIB”.



