
Lisboa, 16 abr 2026 (Lusa) — O novo diretor nacional da PolÃcia Judiciária (PJ) assegurou hoje que não houve cedências à pressão mediática no caso do detido preventivamente por atirar um ‘cocktail molotov’ numa manifestação, agora indiciado por crimes de terrorismo.
“A PolÃcia Judiciária não cede a pressão mediática, a PolÃcia Judiciária cede aos factos e cede ao caminho que tem que percorrer em termos de investigação. O ‘timing’ que foi o conveniente para fazer esta ação no dia de ontem [quarta-feira] foi aquele que foi considerado necessário para chegar a bom porto e ter indÃcios suficientes para suportar a detenção e a manutenção, neste caso, em prisão preventiva”, disse Carlos Cabreiro.
O novo diretor nacional da PJ falava aos jornalistas no final da cerimónia da sua tomada de posse, que decorreu no Salão Nobre do Ministério da Justiça, na presença da ministra Rita Alarcão Júdice, do primeiro-ministro LuÃs Montenegro, do procurador-geral da República, Amadeu Guerra, e do seu antecessor e agora ministro da Administração Interna, LuÃs Neves.
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