
Macedo de Cavaleiros, Bragança, 04 mar 2024 (Lusa) — O presidente do PSD disse hoje que “para se governar um paÃs também é preciso ter estabilidade emocional”, dirigindo-se ao secretário-geral do PS, a quem acusou de fazer um discurso do medo e divisionista contra a AD.
“Se a campanha do PS e do meu principal adversário é andar a meter medo à s pessoas, é querer vir com estas coisas de que vai cortar, vai fazer e acontecer, era importante que ele pudesse parar, pensar naquilo que diz. Sinceramente, pensar naquilo que diz”, aconselhou LuÃs Montenegro, num comÃcio da Aliança Democrática (AD) no auditório do Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança.
“Para se governar um paÃs também é preciso ter estabilidade emocional. É preciso ter estabilidade para compreender os outros, é preciso ter estabilidade para nos sabermos colocar no lugar dos outros”, acrescentou.
O presidente do PSD, que tem acusado o PS de “confundir o partido com o Estado”, sugerindo que quer o Estado a “mandar nas pessoas”, considerou que há uma diferença entre as suas crÃticas e as de Pedro Nuno Santos: “Aqui não há o nós e o eles, aqui há o Portugal, todos nós. É que esta postura também faz diferença”.
“Aquilo que também está em cima da mesa no domingo são duas formas de estar diferentes, são duas formas diferentes de ver o paÃs, são duas formas diferentes de ver a condição humana individualizada de cada um na sociedade, são duas formas diferentes de conceber o paÃs e de conceber a vida de cada um”, sustentou.
Segundo LuÃs Montenegro, “se por acaso as pessoas acreditam mais numa conceção em que o Estado, o Governo, o PS diz à s pessoas o que é que elas devem ser, diz que umas são boas e as outras são más, diz que os seus adversários estão a pensar em trazer cortes, em trazer malfeitorias à s pessoas, se as pessoas mesmo acreditam nisso têm mesmo de votar no PS”.
“Porque se votarem na AD o que vão ter é uma resposta diferente: vão ter a valorização do indivÃduo, da criança que está a crescer, do jovem que está na escola, da pessoa que está no emprego, daqueles que estão hoje no ativo e daqueles que estiveram aqui antes de nós e que merecem o nosso respeito”, contrapôs.
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