
Lisboa, 08 abr (Lusa) — Margarete doou um rim ao marido e dessa forma salvou-lhe a vida, um gesto de amor possÃvel em Portugal há dez anos, quando uma lei veio permitir a doação em vida de órgãos entre pessoas sem relação consanguÃnea.
Para Paulo, 40 anos, esta dádiva “aproximou ainda mais o que já era próximo”.
“É uma prova fÃsica de amor incondicional. Está cá, pode ver-se, temos cicatrizes…”, contou à agência Lusa, recordando “o choque” que teve quando, numa análise de rotina, lhe foi diagnosticada uma insuficiência renal crónica, já bastante avançada.



