
Lisboa, 20 nov (Lusa) – O Presidente da República deixou hoje uma mensagem de apoio à s operações em curso em Borba, apresentou condolências aos familiares das vÃtimas e pediu paciência face à indefinição da conclusão dos trabalhos.
Em declarações aos jornalistas, no Palácio de Belém, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa referiu que já passou “muitas vezes, em atividades profissionais ao longo de muitos anos”, pela estrada que abateu na segunda-feira, provocando duas vÃtimas mortais confirmadas e vários desaparecidos.
Questionado se entende que este era um desastre anunciado, respondeu: “Não me vou pronunciar sobre isso”.
“Penso que, neste momento, o fundamental é esta mensagem de apoio ao que está a ser feito e está a ser feito com critério, com cuidado e com segurança e, por isso, sem limites temporais precisos, como tem sido explicado e bem à opinião pública”, considerou.
O chefe de Estado disse que “todos os portugueses ficaram chocados com aquilo que aconteceu” e que se deslocou ao local do acidente “mal foi possÃvel lá ir e lá estar sem perturbar os trabalhos em curso”.
“Desde já, naturalmente, apresento a minha solidariedade, as minhas condolências aos familiares das vÃtimas. E apoio aquilo que tem sido dito, que é pedir paciência à queles que querem encontrar uma resposta mais rápida”, acrescentou.
Segundo o Presidente da República, “é o bom senso que obriga, e razões de segurança, a que tudo seja feito como está a ser feito, portanto, sem se poder fixar prazos precisos para as várias operações”.
Interrogado se coordenou com o Governo a deslocação a Borba, retorquiu: “Não vou comentar, não tenho mais nada a dizer”.
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