
Lisboa, 07 jun 2023 (Lusa) — O ministro da Administração Interna garantiu hoje que os polÃcias envolvidos na segurança da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) vão ter redução de horários, remuneração pelo trabalho excecional e pagamento das ajudas de custos a 100%.
“Controlo de fronteiras, reforço operacional, condições remuneratórias pelo trabalho excecional, ajudas de custo a 100% para deslocados, turnos reduzidos de oito horas para seis horas, condições de alojamento, transporte, refeições, articulação com o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais e testes à s redes de comunicações são algumas das importantes matérias que têm sido acauteladas em tempo”, disse José Luis Carneiro durante uma audição na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades Garantias.
O ministro disse que a JMJ, que vai acontecer em Lisboa na primeira semana de agosto, tem vindo a ser preparada desde junho de 2022 e realçou “o trabalho de planeamento estratégico, operacional e tático, feito por todos os integrantes do Sistema de Segurança Interna, sob a coordenação de Paulo Vizeu Pinheiro e de cada nÃvel de comando”.
“Tudo tem corrido bem”, disse, saudando “a cooperação e a articulação que tem existido, entre as forças e serviços de segurança, emergência e proteção civil e todas as outras entidades envolvidas na organização”.
O Considerado o maior acontecimento da Igreja Católica, a JMJ vai realizar-se entre 01 e 06 de agosto, sendo esperadas cerca de 1,5 milhões de pessoas.
As principais cerimónias da jornada decorrem no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.
A JMJ nasceu por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.
A edição deste ano, que contará com o Papa Francisco, esteve inicialmente prevista para 2022, mas foi adiada devido à pandemia da covid-19.
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