
Lisboa, 08 mai 2019 (Lusa) – O resultado lÃquido da NOS subiu 21,5% no primeiro trimestre, face a igual perÃodo de 2018, para 42,5 milhões de euros, anunciou hoje a operadora de telecomunicações.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a NOS refere que o resultado lÃquido antes de resultados de empresas associadas e ‘joint-ventures’ e interesses não controlados aumentou 2,9% para 42,2 milhões de euros.
“Apesar do contexto bastante desafiante, a NOS atingiu 385,3 milhões de euros de receita [de exploração], um aumento de 0,6% no primeiro trimestre de 2019” face ao perÃodo homólogo de 2018, “resultante do aumento de serviços prestados”.
As receitas no negócio de telecomunicações aumentaram 1,1% para 369,8 milhões de euros, “permitindo compensar a quebra verificada neste primeiro trimestre no negócio de audiovisuais e cinema”, refere a operadora.
As receitas relativas ao negócio de audiovisuais e cinema caÃram 5% para 25,8 milhões de euros, “motivada essencialmente pela redução de ‘blockbusters’ durante o perÃodo em análise”.
O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) cresceu 2,1% para 160,7 milhões de euros.
O EBITDA do negócio das telecomunicações subiu 2,6%, para 147,4 milhões de euros.
A operadora de telecomunicações adianta que tem “em curso um profundo programa de transformação, com vista a maiores nÃveis de eficiência e a tornar a organização cada vez mais focada na qualidade e na experiência de cliente”.
Em termos de investimento (Capex), a NOS atingiu 91 milhões de euros, com o relativo ao negócio das telecomunicações a subir 1,2% para 81,7 milhões de euros.
A dÃvida lÃquida no primeiro trimestre era de 1.003 milhões de euros, uma descida de 1,4% face a 2018.
A cobertura de rede fixa da NOS atingiu as 4,482 milhões de casas no final de março, mais 9,1% que um ano antes, cobrindo mais 374 mil lares que um ano antes.
Os subscritores de serviços móveis aumentaram 1,1% para 4,749 milhões, e os de televisão por subscrição de acesso fixo contava com 1,326 milhões no final do primeiro trimestre, mais 2,4% que um ano antes.
Os serviços de banda larga situaram-se nos 1,387 milhões, um aumento de 3,5%, enquanto o número de serviços de voz alcançou os 1,772 milhões, mais 0,9% em termos homólogos.
Na área dos cinemas, a venda de bilhetes registou uma quebra acima dos 15%.
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