
Estoril, Cascais, 30 mai (Lusa) – O juiz Carlos Alexandre alertou hoje que só respostas policiais, jurÃdico-penais, judiciárias e prisionais não conseguem combater o crime organizado e a corrupção, defendendo a colaboração premiada como um “instrumento tÃpico de democracias maduras”.
Numa intervenção nas conferências do Estoril, o juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal socorreu-se do livro “Pare, pense e mude” de Almeida Santos, para enumerar as várias dificuldades para combate ao crime organizado e a corrupção e apontou caminhos para uma justiça mais eficaz.
“Identifico-me com a ideia de que a clarificação das leis de combate à corrupção beneficiaria com o instituto de colaboração premiada”, disse Carlos Alexandre, considerando que “é um instrumento jurÃdico tÃpico de democracias maduras, reputadas e desenvolvidas como Alemanha, França, Itália e Estados Unidos” utilizado para combater o terrorismo, tráfico de droga e crime organizado.



