
Lisboa, 19 mar (Lusa) – O antigo Presidente da República Jorge Sampaio negou hoje qualquer tipo de combinação na dissolução do Parlamento em 2004 e afirmou-se uma pessoa “de boa fé” e sem arrependimentos.
Convidado no ciclo de conversas, no Centro Cultural de Belém, da jornalista Anabela Mota Ribeiro, Jorge Sampaio acabou por abordar a polémica dissolução do Parlamento quando o social-democrata Pedro Santana Lopes era primeiro-ministro, ainda que sem nunca falar diretamente do atual provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nem responder à s suas crÃticas.
Num livro (biografia polÃtica) que será lançado na segunda feira, Jorge Sampaio diz que se fartou de Santana Lopes como primeiro-ministro e que este estava a deixar o paÃs à deriva. Na última semana, Santana Lopes tem-se desmultiplicado em crÃticas a Sampaio (à s quais este não respondeu) e pediu mesmo um debate televisivo sobre o assunto.



