
Lisboa, 30 set (Lusa) – A época mais crítica de incêndios florestais termina hoje com mais de 230 mil hectares de área ardida, a maior da última década e a terceira desde que há registos, e a morte de 64 pessoas em Pedrógão Grande.
A fase ‘Charlie’, em que o dispositivo de combate a incêndios está na sua máxima força, começou a 01 de julho, mas os meios tiveram que ser reforçados devido ao incêndio de Pedrógão Grande, que a 17 de junho provocou a morte de 64 pessoas e ferimentos em 200, além de ter afetado cerca de 500 habitações.
Durante esta época de incêndios falou-se muito das falhas no funcionamento do Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), que começaram no incêndio de Pedrógão Grande e repetiram-se, pelo menos, nos fogos de Alijó, Abrantes, Mealhada, Cantanhede e no distrito de Castelo Branco.
