
Porto, 01 jul (Lusa) — Turistas da Nova Zelândia, Brasil ou Rússia e estudantes universitários estão a dar uma nova vida aos antigos bairros do Porto, conhecidos por “ilhas”, um fenómeno que a autarquia diz ser o “futuro” e não um processo de “gentrificação”.
As “ilhas” no Porto são um tipo de habitação operária típica daquela cidade do Norte no século XIX, constituída por edifícios unifamiliares no centro da cidade, normalmente com um piso e separadas ou ladeadas por um corredor de acesso à via pública.
Os balões de São João ainda enfeitam a “ilha” da Glória, localizada a alguns metros de distância da Praça da República. Há cerca de um mês passou a ter “hóspedes” da Nova Zelândia, Rússia, Ucrânia, Letónia, Espanha, França, Itália e Portugal. Outrora chegou a ter cerca de 100 habitantes, atualmente vive ali uma dezena de pessoas.
