
Maputo, 24 mar (Lusa) – O Grupo Moçambicano da Dívida (GMD) disse hoje não haver garantias de que o Governo moçambicano vai usar com transparência e a bem do país um eventual empréstimo do Fundo Monetário Internacional, defendendo o congelamento de novos créditos.
“Não temos garantias de que um empréstimo, que vai custar muito dinheiro ao país, será usado com transparência e em favor do país”, disse à Lusa Humberto Zaqueu, economista e oficial de Programas do GMD.
Justificando o facto de o GDM ser uma das organizações que subscreveram uma carta ao Fundo Monetário Internacional (FMI), pedindo o congelamento da cooperação financeira com Moçambique, Zaqueu disse que os empréstimos a Moçambique deviam ser concedidos depois do esclarecimento das chamadas dívidas ocultas, no valor de 1,4 mil milhões de dólares.
