
Madrid, 07 nov (Lusa) — O Ministério das Finanças de Espanha quer que o presidente e os ex-conselheiros do governo catalão deposto paguem os custos do referendo independentista realizado em outubro último, avançou hoje a agência espanhola EFE.
Fontes do governo central espanhol confirmaram à EFE que o secretário de Estado da Fazenda espanhol, José Enrique Fernández de Moya, remeteu ao Tribunal de Contas um documento em que denuncia Carles Puigdemont e os ex-conselheiros (ministros regionais) do governo da Catalunha pelo uso de dinheiros públicos para a organização e realização do referendo do passado dia 01 de outubro.
No documento, ao qual a EFE teve acesso, o Ministério das Finanças espanhol pede ao Tribunal de Contas para iniciar “ações apropriadas” destinadas a avaliar as ações, os contratos e os atos administrativos realizados pelo governo regional catalão (Generalitat) para a organização e a realização do referendo, considerado como ilegal pelo governo central de Madrid, e a especificar quanto dinheiro custou as referidas decisões.



