
Chã de Tanque, Santa Catarina, 03 abr (Lusa) – Ao sexto dia, em Chã de Tanque, interior de Santiago, a azáfama das filmagens já entrou no quotidiano pacato de uma população que encontrou o seu “papel” como figurante na coprodução luso-cabo-verdiana de “Os dois irmãos”.
O filme, baseado no romance com o mesmo nome do escritor cabo-verdiano Germano Almeida, conta a história de um fratricídio ocorrido no interior da ilha de Santiago nos primeiros anos da independência de Cabo Verde.
Em Chã de Tanque, na antiga escola, entretanto convertida em Museu da Tabanca, e agora transformada em “tribunal”, a equipa de mais de 80 pessoas, entre atores, técnicos e figurantes, filma uma cena do julgamento do irmão homicida, sob o “olhar atento” do retrato de Amílcar Cabral.
