FALTA DE LEGISLAÇÃO E FORMAÇÃO LIMITAM MEDICINA TRADICIONAL CHINESA EM PAÍSES LUSÓFONOS

LusaMacau, China, 27 set (Lusa) – A falta de legislação e de formação na área da medicina tradicional chinesa são obstáculos apontados por quatro países de língua portuguesa que hoje participaram em Macau na abertura do fórum de cooperação de Medicina Tradicional Chinesa.

Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe realçaram a necessidade de regulamentação da prática de medicina tradicional e formação, destacando a experiência da China e de Macau, enquanto plataforma para a promoção da medicina tradicional chinesa nos países de língua portuguesa, para desenvolver a área em cada um daqueles países.

Se Angola está já na fase de criação da lei de base para a medicina tradicional, como afirmou o chefe do departamento de Medicina Tradicional do Instituto de Saúde Pública de Angola, Zinga João David, em Cabo Verde o exercício desta prática tradicional não é reconhecido pelas autoridades sanitárias, disse Enaly Claúdia Fernandes, representante do Ministério da Saúde cabo-verdiano.