
Bruxelas, 10 jul (Lusa) — O secretário de Estado Adjunto e das Finanças defendeu hoje, em Bruxelas, que eventuais imparidades não declaradas na Caixa Geral de Depósitos (CGD) no “passado” devem ser apuradas e investigadas, “se houver de facto ocultação de informação”.
Questionado sobre a notÃcia relativamente a alegadas suspeitas de gestão danosa na CGD, Ricardo Mourinho Félix, que representou Portugal numa reunião do Eurogrupo, começou por defender que, na atual legislatura, “foi feito um trabalho de grande detalhe pela equipa do dr. António Domingues e depois pela equipa do dr. Paulo Macedo, no sentido de apurar exaustivamente as imparidades”.
“Portanto, creio que elas [as imparidades] foram apuradas com rigor. Em relação a questões que tenham a ver com o passado e que tenham a ver com eventuais imparidades não declaradas, é preciso apurar, ver o que é que o Ministério Público de facto encontrou, e seguir o caminho que tem que ser seguido se houver de facto ocultação de informação”, completou.



