
Porto, 02 abr (Lusa) – Leo tem seis anos e é autista, Guilherme tem 14 e foi-lhe diagnosticado espetro autista e trissomia em mosaico e, em comum, têm um percurso na equitação terapêutica que, testemunham os pais, fizeram deles “crianças mais sociáveis”.
A oferta de terapias alternativas com cavalos e a póneis foi disponibilizada a ambos pelo Pony Clube do Porto, uma associação que desde 2013 já auxiliou cerca de 130 jovens, revelou a coordenadora Diana Pinto.
Bruno Faria, pai do Leo, contou à Lusa que a doença foi diagnosticada quando a criança tinha dois anos. Acrescentou que, após “várias terapias, desde a da fala à ocupacional, uma pesquisa na Internet e uma indicação” levou-os ao Pony Clube.
