
Lisboa, 12 jun 2025 (Lusa) — O número de edifÃcios licenciados no primeiro trimestre subiu 20,3% para 7,1 mil edifÃcios, em relação ao perÃodo homólogo, segundo o Instituto Nacional de EstatÃstica (INE).
Numa nota sobre obras licenciadas e concluÃdas, o INE referiu que, nos primeiros três meses do ano, “foram licenciados 7,1 mil edifÃcios, um aumento de 20,3% face ao mesmo perÃodo do ano anterior, embora abaixo da variação de 24,1% registada no 4.º trimestre de 2024”.
O INE revelou que o licenciamento de edifÃcios para construções novas, por sua vez, subiu 21,3% (+27,5% no 4.º trimestre de 2024), enquanto para reabilitação aumentou 23,7%, “acelerando face aos 15,7% observados no trimestre precedente”.
Já o número de edifÃcios concluÃdos foi de 3,9 mil, um aumento homólogo de 1,1% e “uma inversão da redução de 3,6% verificada no trimestre anterior”.
De acordo com a mesma informação, no segmento de habitação familiar, “o número de fogos licenciados em construções novas cresceu 36,0%”, valor que reforça “o aumento de 23,5% observado no último trimestre”, sendo que o número de fogos concluÃdos aumentou 18,4%, após mais 11,8% no quarto trimestre de 2024.
Assim, em comparação com o trimestre anterior, “o número de edifÃcios licenciados aumentou 3,8%, enquanto os edifÃcios concluÃdos diminuÃram 3,9%”.
De acordo com o INE, “quase todas as regiões do paÃs registaram aumentos no número de edifÃcios licenciados, com exceção da Região Autónoma da Madeira (-12,4%) e da PenÃnsula de Setúbal (-0,3%)”, tendo as subidas mais expressivas, todas acima dos 20%, ocorrido nos Açores (+45,4%), Oeste e Vale do Tejo (+29,0%), Alentejo (+27,0%), Grande Lisboa (+25,7%) e Centro (+23,1%).
Já no que diz respeito aos edifÃcios concluÃdos, apesar do aumento homólogo para o paÃs, “apenas quatro regiões registaram crescimentos no número de edifÃcios concluÃdos: Algarve (+33,1%), Centro (+12,1%), Norte (+3,5%) e Região Autónoma dos Açores (+3,1%)”, tendo as restantes regiões observado decréscimos, sendo as maiores reduções na PenÃnsula de Setúbal (-18,8%) e na Região Autónoma da Madeira (-16,7%).
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