
Lisboa, 01 abr (lusa) – O presidente da Associação dos Profissionais da Guarda (APG) considerou hoje que os dados do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) 2016 são “animadores”, mas alertou para as dificuldades da GNR em realizar a missão de “prevenção e patrulhamento”.
Em declarações à agência Lusa, César Nogueira referiu que para a descida da criminalidade em 2016 contribuiu necessariamente a “prevenção e o patrulhamento” realizados pela GNR, que é responsável por 92% do território nacional, mas salientou que tudo isso tem sido feito com “enorme sacrifício” dos profissionais da Guarda.
O presidente da APG precisou que existem cerca de 23 mil efetivos na GNR, mas que só metade desempenha missões “no terreno”, provocando dificuldades e um défice de meios para concretizar as operações de prevenção e patrulhamento.
