
Roma, 15 abr 2021 (Lusa) — A Itália registou 16.974 infeções de covid-19 e 380 mortes nas últimas 24 horas, contabilizou o Ministério da Saúde, enquanto regiões vão pedir na sexta-feira, em reunião com o governo, uma flexibilização de restrições no final do mês.
Os 16.974 novos casos representam um ligeiro aumento em comparação com as 16.168 infeções de quarta-feira, embora menos testes tenham sido realizados,
Na véspera, foram feitos 334.766, enquanto hoje foram realizados 319.633.
O total de caos é agora de 3.826.156 desde o inÃcio da pandemia, em fevereiro de 2020.
As 380 mortes representam uma descida de 89 em comparação com quarta-feira, e elevam o total de óbitos para 115.937.
A pressão nos hospitais italianos continua a cair, já que dos 510.023 atualmente positivos, 29.004 estão hospitalizados, menos 855 doentes do que na véspera.
Destes, 3.417 estão em Unidades de Cuidados Intensivos, menos 73.
Enquanto isso, prossegue a campanha de vacinação, tendo sido ultrapassadas as 14 milhões de doses injetadas (14.047.722), enquanto 4.179.129 pessoas já foram imunizadas com as duas doses necessárias.
Quanto à s restrições da pandemia, o mapa de Itália mudou de cor na segunda-feira, já que a maioria das regiões está em “zona laranja”, o nÃvel médio.
Neste momento, não está previsto que até 30 de abril algum território passe para a chamada “zona amarela”, de menor risco e menos limitações, mas o governo de Mario Draghi deixou em aberto a possibilidade de flexibilizar restrições se os contágios o permitirem.
As regiões italianas esperam que o governo reabra algumas atividades como restaurantes, teatros, cinemas e ginásios no inÃcio de maio, dada a grave crise económica que esses setores vivem devido à s restrições que os têm limitado há vários meses, para reduzir os efeitos da pandemia.
Das 20 regiões do paÃs, apenas quatro estão na “zona vermelha”, com medidas mais estrita: Vale d’Aosta, Campânia, Apúlia e a ilha da Sardenha.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.974.651 mortos no mundo, resultantes de mais de 138,2 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavÃrus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
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