COVID-19: CONSULADO DE PORTUGAL EM ANGOLA AVISA TODOS OS PASSAGEIROS PARA FAZEREM TESTES

(CORREÇÃO E NOVO TÍTULO) Lisboa, 22 jul 2020 (Lusa) — O consulado de Portugal em Luanda está a recomendar a todos os que viajem da capital angolana para Portugal que façam testes laboratoriais de “despiste da infeção por SARS-CoV-2” antes de voarem.

Num comunicado publicado no sítio da internet do consulado, as autoridades portuguesas recordam que, além dos cidadãos com residência na União Europeia e no espaço Schengen, “será igualmente permitida a entrada de nacionais de países terceiros em viagem por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias, de acordo com o princípio da reciprocidade”.

“Estes casos devem ser validados pelo Consulado Geral de Portugal em Luanda, através do envio do pedido para consulado.luanda@mne.pt”, refere-se no comunicado.

“Por razões de controlo sanitário, passou a ser exigido a todos os passageiros destes voos a apresentação de um comprovativo de teste laboratorial para despiste da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas últimas 72 horas antes do embarque, sob pena de lhes ser recusada a entrada em território nacional”, indica o consulado de Portugal.

Os cidadãos nacionais e estrangeiros com “residência em Portugal que excecionalmente não sejam portadores de realização do teste acima referido, serão submetidos, à chegada a território nacional, ao referido teste a expensas próprias”, avisa a representação diplomática de Portugal em Luanda.

No entanto, “estão isentos da apresentação do comprovativo do teste covid-19 os cidadãos estrangeiros em trânsito por Portugal com destino aos seus países, desde que não saiam da zona internacional do aeroporto, salvo se o agravamento da situação epidemiológica assim o determinar”, acrescenta-se ainda.

Na semana passada, passageiros de dois voos oriundos de Angola e Moçambique foram confrontados com a necessidade de apresentarem testes de covid-19 à chegada a Lisboa.

Os cidadãos portugueses e da União Europeia puderam seguir para as suas casas, mas os de outras nacionalidades foram forçados a realizar os testes no próprio aeroporto.

PJA // VM

Lusa/Fim