
Berlim, 01 jun 2020 (Lusa) — A Alemanha contabiliza até hoje 181.815 casos de covid-19, um aumento de 333 em relação ao dia anterior, e 8.511 vÃtimas mortais, uma subida de 11 nas últimas 24 horas.
O Instituto Robert Koch (RKI) revela que há nesta altura mais 600 casos considerados curados, para um total de aproximadamente 165.900.
Segundo uma sondagem revelada hoje pelo instituto YouGov, um em cada dois alemães seria vacinado contra o vÃrus se isso já fosse possÃvel, enquanto um em cada cinco dos 2.056 entrevistados recusava ser vacinado.
Para já, ainda não estão disponÃveis vacinas e, de acordo com os especialistas, as primeiras não deverão estar prontas este ano.
Ensaios clÃnicos podem, no entanto, incluir a vacinação prévia de alguns grupos populacionais.
Já sobre a obrigatoriedade de uma possÃvel vacina que prevenisse a covid-19, 44 por cento dos inquiridos neste estudo desenvolvido para a Agência de NotÃcias Alemã respondeu ser a favor, e 40 por cento contra.
O governo alemão já sublinhou várias vezes que não incluirá no plano de vacinação obrigatório uma futura vacina contra este coronavÃrus.
A nÃvel global, segundo um balanço da agência de notÃcias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 370 mil mortos e infetou mais de seis milhões de pessoas em 196 paÃses e territórios.
Mais de 2,5 milhões de doentes foram considerados curados.
Em Portugal, morreram 1.410 pessoas das 32.500 confirmadas como infetadas, e há 19.409 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavÃrus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,8 milhões, contra mais de 2,1 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (mais de 161 mil, contra mais de 178 mil).
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários paÃses já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.
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