
Amadora, Lisboa, 29 ago (Lusa) — A coordenadora do BE reiterou hoje que o Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) terá de assegurar o aumento da “progressividade fiscal” e com medidas significativas que se traduzam na reposição dos rendimentos do trabalho.
“As medidas que forem tomadas no Orçamento têm que ser medidas significativas, porque se forem meramente simbólicas quer dizer que não há, de facto, reposição de rendimentos do trabalho, salários e pensões”, afirmou Catarina Martins, acrescentando que o BE tem “abertura para negociar, mas leva a sério aquilo que assinou” no acordo com o PS.
A dirigente do BE, que falava à margem de uma visita à Associação Cultural Moinho da Juventude, no bairro da Cova da Moura, Amadora, reforçou que se a reposição de rendimentos para as famílias “for meramente simbólica” as pessoas não vão “sentir que ela existiu e isso não tem nenhum sentido”.
