Lisboa, 23 mar (Lusa) – O governador do Banco de Portugal revelou hoje que no início de 2014 se reuniu com os membros da família Espírito Santo que integravam a gestão do BES para lhes dizer que não podiam continuar à frente da instituição.
“No dia em que convidei a família [Espírito Santo] para vir ao Banco de Portugal e comuniquei-lhes que não podiam continuar à frente banco. Estávamos num contexto em que tínhamos que minimizar os riscos”, afirmou Carlos Costa durante a sua audição na Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa (COFMA).
A deputada do Bloco de Esquerda Mariana Mortágua questionou o governador sobre se “disse a Ricardo Salgado [antigo presidente do Banco Espírito Santo] que ele já não tinha idoneidade”.
