BAÍA DO TEJO PROMOVE TERRITÓRIOS E PREPARA PROTOCOLO EM MOSCOVO

LusaBarreiro, 24 no (Lusa) — A empresa Baía do Tejo anunciou hoje que esteve em Moscovo, Rússia, a apresentar os seus territórios, referindo que existiu um “grande interesse da comunidade empresarial russa”, tendo sido estabelecido um protocolo entre as partes.

A Baía do Tejo apresentou os territórios das antigas áreas industriais no Barreiro e do Seixal, mas também do parque empresarial de Estarreja e o território em Almada, numa reunião com a Câmara de Comércio e Indústria de Moscovo.

“Muito interessados em saber mais sobre os territórios que observam Lisboa a partir da margem esquerda do Tejo, os responsáveis da Câmara de Comércio e Indústria de Moscovo deram especial atenção aos Parques Empresariais da Baía do Tejo do Barreiro e do Seixal, não deixando de questionar sobre o Quimiparque de Estarreja”, refere a Baía do Tejo, em comunicado, referindo-se aos territórios da intitulada ‘Lisboa South Bay’.

A empresa, do universo Parpública, refere que o perfil das empresas residentes nos seus parques e a capacidade da Baía do Tejo para acolher potenciais investimentos russos, foi a grande preocupação que esta entidade, que representa 3.500 associados, manifestou junto da comitiva portuguesa.

“Resultou desta reunião uma proximidade e interesse recíproco entre ambas as entidades, facto que permitiu um acordo para o estabelecimento de um protocolo que visa acompanhar e facilitar todo o processo das empresas russas que se queiram instalar nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal e, mais a norte do país, em Estarreja”, acrescenta.

O protocolo, segundo a empresa, vai ser assinado em breve.

Na feira de imobiliário International Property Show de Moscovo, a Baía do Tejo estabeleceu “múltiplos contactos com investidores e com grupos ‘developers’ que atuam tanto na Rússia como na Turquia” e em várias regiões do médio e extremo oriente.

“Junto deste segmento foi o projeto Water City (Cidade da Água), em Almada, que despertou maior interesse e congregou a atenção de todos os interlocutores presentes nos encontros bilaterais desenvolvidos”, salienta.

A atratividade de Lisboa foi notada e a possibilidade de se poder dinamizar um projeto desta dimensão a escassos minutos do centro da capital portuguesa torna-se “um fator muito apelativo para os grandes grupos de investimento”.

AJO // ARA

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