
Reguengos de Monsaraz, Évora, 20 jan 2022 (Lusa) — O lÃder do PS rejeitou hoje que o pedido do Ministério Público de levantamento da imunidade parlamentar do ex-ministro Eduardo Cabrita possa ter impacto na campanha, estabelecendo uma separação entre as esferas da polÃtica e da justiça.
“Acho que as pessoas já todas se habituaram a uma ideia que é muito importante num Estado de direito democrático: à polÃtica o que é da polÃtica, à justiça o que é da justiça”, afirmou António Costa.
O secretário-geral do PS respondia aos jornalistas na cooperativa agrÃcola Carmim, em Reguengos de Monsaraz, num dia em que a Lusa noticiou que o Ministério Público solicitou à Assembleia da República o levantamento da imunidade parlamentar do deputado Eduardo Cabrita, para que possa ser constituÃdo arguido e interrogado no caso do acidente mortal na A6 em que esteve envolvido o carro em que seguia quando era ministro da Administração Interna.
No final da visita à Carmim, o também primeiro-ministro brindou com vinho produzido no local, afirmando esperar que, no dia 30, os portugueses brindem o “paÃs com uma boa votação, de forma a assegurar ao paÃs a estabilidade e a tranquilidade”.
No último dia do prazo de inscrição para a votação antecipada, António Costa reiterou o apelo para que “quem o deseje” se inscreva para votar no domingo anterior à data oficial das legislativas, afirmando que “é fundamental que haja uma grande participação eleitoral”.
“Estas eleições são eleições decisivas para o futuro do paÃs, é fundamental que todos participemos e, todos participando, iremos ter seguramente um grande resultado para o paÃs”, disse.
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