
Luanda, 06 jun (Lusa) – As autoridades angolanas queimaram cerca de 1,5 toneladas de marfim, quantidade que no mercado negro podia valer perto de um milhão de euros, para garantir o compromisso do paÃs em acabar com a atividade.
A iniciativa, promovida para assinalar o dia mundial do Ambiente, aconteceu na segunda-feira, no Parque Nacional da Quiçama, arredores de Luanda, e o marfim destruÃdo, entre dentes em bruto e algumas peças trabalhadas, foi apreendido em diversos pontos do paÃs entre 2016 e 2017.
De acordo com o Ministério do Ambiente, as apreensões de marfim foram feitas sobretudo no aeroporto 04 de Fevereiro, em Luanda, ponto principal da saÃda deste comércio ilegal, sobretudo para os paÃses asiáticos, mas também no sul, na provÃncia do Cuando Cubango, que tem as maiores concentrações de elefantes em Angola.



