
Lisboa, 08 jun (Lusa) – A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e as empresas do setor da construção divergem muito sobre a quantidade de resíduos de construção que são valorizados, com a APA a contabilizar 71% e as empresas a referirem apenas 1%.
A disparidade está relacionada com o universo de empresas abrangido – já que só era obrigatório o registo das unidades de maiores dimensões e grande parte das construtoras são pequenas empresas – e com a classificação deste tipo de lixo ou do destino escolhido.
Com base nas declarações efetuadas pelas empresas registadas na APA, “71% dos resíduos de construção são valorizados”, disse hoje a diretora do Departamento de Resíduos da instituição, Ana Cristina Carrola, reconhecendo, no entanto, ser desconhecido o universo do total de unidades do setor.



