
Pedrógão Grande, Leiria, 02 jul (Lusa) – O presidente da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), José Tereso, alertou hoje para a possibilidade de aumento de “fatores de morbilidade” na zona afetada pelo incêndio que começou em Pedrógão Grande no dia 17 de julho.
“É previsível que haja um aumento de doenças. Por isso, lançamos um apelo para que todos os utentes passem pelo médico de família para fazerem a sua revisão”, disse à agência Lusa o presidente da ARSC, na sequência do incêndio que começou em Pedrógão Grande e que provocou 64 mortos e mais de 200 feridos.
Segundo José Tereso, poderá haver um aumento de doenças respiratórias, cardíacas e “descompensações”. O responsável sublinhou que chegou no sábado, a Pedrógão Grande, distrito de Leiria, uma unidade móvel de saúde pública, que também vai alertar as populações para se deslocarem ao centro de saúde.
