
Lisboa, 15 abr 2026 (Lusa) – O primeiro-ministro defendeu hoje equilÃbrio e razoabilidade na resposta à subida do custo de vida, para que o paÃs não regresse ao “ao desequilÃbrio das finanças públicas a troco de soluções que são aparentemente milagrosas”.
Na resposta à intervenção da lÃder da IL, Mariana Leitão, que o acusou, na abertura do debate quinzenal desta tarde, no parlamento, de lucrar com a crise energética, o primeiro-ministro reconheceu que “é verdade que as portuguesas e os portugueses têm hoje um custo de vida mais elevado”, mas acrescentou que é por isso que estão a ser tomadas medidas, porém com equilÃbrio.
“É por isso que com equilÃbrio, com razoabilidade, nós estamos a adotar medidas para que o impacto seja um impacto mitigado, para que as famÃlias possam enfrentar estes tempos de desafio que estão diante de nós, mas, repito, com equilÃbrio”, sublinhou.
LuÃs Montenegro disse à lÃder liberal que está convencido de que a mesma não quer “regressar aos idos tempos anteriores a 2011 e ao desequilÃbrio das contas finanças públicas a troco de soluções que são aparentemente milagrosas, mas que trazem uma fatura que depois quem paga são os contribuintes, as pessoas, as famÃlias e as empresas”.
O primeiro-ministro, LuÃs Montenegro, sublinhou ainda, no inÃcio da resposta, que a subida do preço dos combustÃveis “tem a ver com um conflito internacional” num mercado, o Médio Oriente, onde Portugal não compra petróleo ou gás, mas que influencia os mecanismos de formação de preço.
O lÃder do Governo PSD/CDS-PP disse também que o desconto nos combustÃveis aprovado pelo Governo “corresponde a IVA Zero” desde que o preço subiu mais de dez cêntimos face ao preço de referência da semana de 02 de março.
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