
A 68ª edição dos Grammy Awards, realizada no Crypto.com Arena, em Los Angeles, nos Estados Unidos, trouxe uma noite repleta de vitórias e momentos emocionantes para artistas de várias partes do mundo, incluindo homenagens e triunfos que ressaltam a música global.
Entre os grandes vencedores esteve o álbum ao vivo “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, dos músicos brasileiros Caetano Veloso e Maria Bethânia, que conquistou o prémio de Melhor Álbum de Música Global, destacando a influência e legado duradouro da música brasileira no panorama internacional.

Talentos canadianos também tiveram vitórias marcantes. O produtor e músico de Halifax Cirkut ganhou o prémio de Producer of the Year, Non‑Classical e também arrecadou o de Best Dance Pop Recording ao lado do mixer canadiano Serban Ghenea pela produção de “Abracadabra”.


Outro destaque foi Justin Gray, também canadiano, que venceu Best Immersive Audio Álbum, tornando-se o primeiro artista de Toronto a ganhar nessa categoria.
Além disso, a lenda canadiana Joni Mitchell levou o prémio de Best Historical Album por “Joni Mitchell Archives – Volume 4: The Asylum Years”, reforçando o impacto duradouro de artistas do país na música mundial.
Entre os artistas canadianos indicados com forte presença estiveram Justin Bieber, que se apresentou com “Yukon”, Tate McRae e Kaytranada, mas os principais prêmios foram para outros artistas.


Do lado lusófono, o guitarrista português Nuno Bettencourt foi premiado por sua atuação na música “Changes”. Estes prémios realçam não só o talento, mas também o papel cultural de artistas de origem portuguesa e canadiana.
O evento contou ainda com performances vibrantes, discursos emotivos e momentos que marcaram a audiência, consolidando os Grammy Awards como um dos principais palcos de reconhecimento da música mundial.
