
Luanda, 09 jan 2026 (Lusa) — A PolÃcia angolana identificou, na provÃncia da HuÃla, 15 pontos de garimpo ilegal de diamantes e ouro, que envolve mais de 26 mil pessoas, nacionais e estrangeiras, noticiou hoje a imprensa local.
Segundo o comandante provincial da PolÃcia Nacional na HuÃla, comissário Divaldo Martins, a prática, que tem vindo a crescer nos últimos tempos, foi identificada nos municÃpios dos Gambos, Chipindo, Dongo, Cuvango e Jamba.
Divaldo Martins manifestou “preocupação em relação ao garimpo”, frisando que as autoridades policiais vão continuar a combater este fenómeno que afeta a economia nacional.
“Neste momento, conseguimos identificar cerca de 15 pontos de garimpo de forma consistente e permanente, nomeadamente nos municÃpios do Chipindo, Dongo, Cuvango, Jamba, com o envolvimento de pelo menos 26 mil pessoas, dentre nacionais e também cidadãos estrangeiros”, referiu o comandante provincial da PolÃcia Nacional na HuÃla.
No ano passado, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, manifestou preocupação com o aumento do garimpo de diamantes na provÃncia da Lunda Norte, frisando que a situação “é agravada pela existência de várias casas ilegais de compra de diamantes, localizadas em zonas mineiras e fronteiriças, (…) efetuando pagamentos em divisas e alimentando redes organizadas de comercialização”.
O governante angolano frisou que o garimpo coloca em risco não apenas a soberania nacional e a imagem internacional de Angola e do seu setor diamantÃfero, mas também a própria sustentabilidade da indústria.
NME // JMC
Lusa/Fim



