Vale Perdido celebra nova música “livre de constrangimentos” em novembro em Lisboa

Lisboa, 01 out 2025 (Lusa) — O programa cultural Vale Perdido vai celebrar, em novembro em Lisboa, a cultura tradicional da Guiné-Bissau, a música mais experimental da América Latina, além de contar com o já anunciado concerto de Bonnie Prince Billy.

A terceira edição do Vale Perdido, hoje anunciada, contará com “dez propostas plurais” de “música livre de constrangimentos formais, eclética e criativa”, para escutar de 10 a 15 de novembro em espaços como o B.Leza, a Igreja St. George e o teatro municipal São Luiz.

Além do regresso do músico norte-americano Bonnie Prince Billy a Portugal, cujo concerto em Lisboa já está esgotado, o Vale Perdido propõe a folk da artista visual e cantora britânica Joanne Robertson.

O programa dá ainda a conhecer alguns nomes da nova música da Guiné-Bissau, nomeadamente Badju di Tina, em colaboração com membros dos grupos Bambaram e Kimbum, Benjamim Furtado e a DJ Carin.

Arianna Casellas Y Kauê, uma dupla venezuelana-brasileira formada no Porto, e o duo ucraniano de voz e sintetizadores de Adriana-Yaroslava Saienko e Heinali, também se juntam ao Vale Perdido.

Em estreia em Portugal chegam os Ancient Indigenous Africans, “duo da Tanzânia que funde música eletrónica com linguagens vocais ancestrais”.

A artista multidisciplinar Inês Tartaruga Água e o músico de eletrónica Van Der completam o cartaz.

O Vale Perdido, que teve edições em 2024 e 2023 com atuações sempre em “espaços singulares de Lisboa”, é programado por Sérgio Hydalgo, Joaquim Quadros e Gustavo Blanco.

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