
Luanda, 09 set 2025 (Lusa) — Angola registou um “cenário alarmante” de prisões arbitrárias, repressão de manifestações pacÃficas, violência fÃsica e psicológica contra cidadãos e ativistas indefesos e expropriação de bens nos primeiros três meses de 2025, segundo um relatório de várias organizações.
Segundo o Relatório Trimestral sobre Violações dos Direitos Humanos em Angola, de janeiro a março de 2025, elaborado pelo Movimento CÃvico Mudei, através das organizações Mizangala Tu Yenu Kupolo e Associação CÃvica Handeka — Organizações Não-Governamentais (ONG) angolanas – o paÃs registou várias práticas lesivas aos direitos humanos.
Baseado em dados recolhidos nas provÃncias angolanas de Cabinda, Malanje, UÃje, Luanda, Bengo e Cuanza Sul, o relatório de 25 páginas “evidencia, de forma inequÃvoca, um padrão alarmante de violações dos direitos humanos em Angola, destacando-se pela gravidade de atos arbitrários”.
Angola, nos primeiros três meses de 2025, registou atos “repressivos e desprovidos de fundamento legal por parte de várias instituições públicas e agentes da autoridade”, refere-se no estudo, que congrega dados obtidos por via de inquéritos, entrevistas e análises de denúncias.
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