
Guarda, 04 mai 2025 (Lusa) — O presidente do Chega, André Ventura, respondeu hoje ao lÃder do PSD que o seu partido “esteve ao lado das medidas certas quando tinha que estar” e que é uma força polÃtica “destrutiva com a corrupção”.
“O Chega não é um partido destrutivo, nem foi um partido de bota-abaixo. O Chega esteve ao lado das medidas certas quando tinha que estar, e esteve contra as medidas quando tinha que estar”, afirmou o lÃder do Chega num comÃcio na Guarda, no arranque do perÃodo oficial de campanha para as eleições legislativas de 18 de maio.
Na sua intervenção, antes do almoço com mais de 200 pessoas, André Ventura quis responder ao lÃder do PSD, LuÃs Montenegro, que no sábado à noite, num comÃcio em Santa Maria da Feira, acusou os polÃticos do Chega de terem apenas “uma atitude destrutiva” e de “nem para eles serem bons”, ao votarem contra a AD em matérias como a redução de impostos ou na imigração.
O lÃder do Chega indicou que o partido “só é destrutivo contra uma coisa com que o senhor primeiro-ministro lida mal, é destrutivo com a corrupção, e tem tolerância zero com a corrupção”.
“Podem dizer que somos destrutivos, porque se isso significar destruir, aniquilar toda a corrupção do nosso paÃs, então sim, nós somos destrutivos, nós somos absolutamente destrutivos em Portugal”, salientou.
André Ventura salientou que o Chega não vai “mudar a sua linha nem a sua mensagem”, mesmo que o PSD diga que não conta com este partido para uma solução governativa.
“A nossa luta contra a corrupção é para ser levada a sério, porque nós sabemos que ao fim do dia não é só os números que contam, é também a consciência e a verdade de saber que estamos do lado certo”, afirmou.Â
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