
Lisboa, 23 abr 2025 (Lusa) — O primeiro-ministro confirmou hoje que Portugal pediu em Bruxelas que seja acionada a cláusula de salvaguarda, excetuando das regras orçamentais europeias, designadamente da contabilização para efeitos de défice, investimentos a realizar em Defesa nos próximos anos.
Esta linha seguida pelo executivo português foi assumida por LuÃs Montenegro em declarações à porta da Nunciatura Apostólica da Santa Sé, em Lisboa, onde assinou o livro de condolências pela morte do Papa.
Perante os jornalistas, o primeiro-ministro referiu que o Governo já teve a ocasião de informar o PS, a maior força polÃtica da oposição, sobre o procedimento que o executivo pediu junto da Comissão Europeia para ativar a cláusula salvaguarda.
“No fundo, [este procedimento] possibilita que nos próximos anos seja possÃvel investir mais na área da Defesa, mas sem prejudicar o caminho de sustentabilidade das públicas”, declarou o lÃder do executivo.
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