
Castelo Branco, 29 mar 2025 (Lusa) — O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, considerou hoje a investigação do Ministério Público à maior obra pública de Espinho envolvendo o escritório de LuÃs Montenegro como sendo o “caso mais grave” desde que a crise polÃtica começou.
“Eu aquilo que vos queria dizer é que temos um problema de seriedade e transparência no topo do governo e a pergunta que temos todos de fazer é se queremos ter um primeiro-ministro, que em funções se manterá envolto num clima e ambiente de suspeitas e de dúvidas” afirmou Pedro Nuno Santos aos jornalistas à margem da convenção autárquica da concelhia de Castelo Branco do PS.
O semanário Expresso divulgou que o Ministério Público está a investigar adjudicações na Câmara de Espinho, incluindo a requalificação do canal ferroviário da cidade, com base numa denúncia anónima e que o escritório SP&M, onde LuÃs Montenegro foi sócio até 2022, consta dos denunciados no inquérito.
“Eu acho que o caso que é noticiado este fim de semana é mesmo o caso mais grave desde que a crise polÃtica começou em Portugal envolvendo o primeiro-ministro”, afirmou o secretário-geral do PS.
Par// MDRa Pedro Nuno Santos, o paÃs não tem “estabilidade polÃtica, nem no presente, nem no futuro, com um primeiro-ministro envolto em suspeitas”.
“A dimensão da transparência e da seriedade é fundamental, mas igualmente importante é conseguirmos ter estabilidade politica”, sustentou.
Segundo o socialista é preciso encerrar este capÃtulo.
“Porque nós não vamos conseguir encerrar este capÃtulo se no final das eleições vencer LuÃs Montenegro. Continuará ensombrado em suspeitas algumas delas graves como as do caso que é noticiado este fim de semana”, disse.
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