
Muitas comunidades indÃgenas em Conklin enfrentam grandes desafios em encontrar habitação adequada, vivendo em roulotes, apesar da proximidade da região com a área rica das areias petrolÃferas de Christie Lake. A conclusão é de um relatório do comité de desenvolvimento de recursos de Coklin.
Além disso, de acordo com a Statistics Canada, os povos indÃgenas têm duas vezes mais probabilidades de viver em habitações sobrelotadas do que os não indÃgenas e mais de três vezes mais probabilidades de viver em moradias que necessitam de grandes reparações.
Mas estas populações têm esperança de mudanças num futuro próximo.Â
A empresa de petróleo e gás Cenovus Energy investiu 50 milhões de dólares para construir casas em seis comunidades das Primeiras Nações e Métis mais próximas das suas operações de areias petrolÃferas em Christie Lake e Foster Creek.
O projeto, anunciado pela primeira vez em 2020, tem como objetivo construir 200 casas até o final de 2025. Até ao ano passado, já tinham sido construÃdas 121 casas, e até ao final do ano há esperança de conclusão de mais 161.
Os especialistas afirmam que a iniciativa pode ser vista como o exemplo mais recente de uma mudança mais alargada na cultura empresarial, em que as empresas de exploração de recursos naturais se tornaram mais preocupadas em proporcionar benefÃcios à s comunidades indÃgenas na sua órbita.Â
A iniciativa começou quando Alex Pourbaix, ex-CEO e atual presidente executivo da Cenovus, visitou as comunidades próximas das operações de Christie Lake e Foster Creek e ouviu os desafios relacionados com a habitação partilhados pelos residentes.
As seis comunidades das Primeiras Nações e Métis que receberam o financiamento foram a Conklin Métis Local 193, a Nação Cree do Lago Beaver, a Nação Métis Chard, a Primeira Nação Chipewyan Prairie Dene, a Primeira Nação de Cold Lake e a Primeira Nação Heart Lake .
Entretanto, a atribuição das casas será feita de acordo com um sistema de pontos em vigor, que vai determinar quem tem mais necessidade, considerando as idades e número de membros do agregado familiar.Â
Embora o projeto tenha enfrentado alguns problemas com atrasos nas autorizações, a esperança é que mais de uma dúzia de famÃlias se mude já no outono de 2024.
Â



