
Porto, 21 fev 2014 (Lusa) – O lÃder da Iniciativa Liberal (IL) considerou hoje que o secretário-geral do PS não tem “nenhuma legitimidade” para falar em “bagunça” na direita, defendendo que de Pedro Nuno Santos “é preciso um exame de consciência”.
“Não há nenhuma legitimidade em Pedro Nuno Santos, responsável pelo estado do paÃs, responsável pela bagunça que esteve à vista de todos no Governo que está a terminar funções, não há nenhuma legitimidade. O que é preciso de Pedro Nuno Santos é um exame de consciência”, afirmou Rui Rocha, no Porto, à margem da apresentação do Pacto Social da Confederação Empresarial Portuguesa (CIP).
Rui Rocha comentava assim a afirmação do secretário-geral do PS que acusou, na terça-feira, em Faro, a direita de ser “uma bagunça” em Portugal.
“André Ventura quer LuÃs Montenegro, LuÃs Montenegro prefere Rui Rocha, LuÃs Montenegro e Rui Rocha não querem André Ventura. A direita é a bagunça, só que essa bagunça teria consequências em Portugal se por acaso eles tivessem a vitória” nas eleições legislativas de março, afirmou Pedro Nuno Santos, num comÃcio em Faro.
Para Rui Rocha, “bagunça é a situação de Portugal a que o PS conduziu o paÃs”.
E descreveu: “É uma bagunça ter falta de médicos de famÃlia para um milhão e seiscentos mil portugueses, é uma bagunça ter idosos à espera de centros de saúde por uma senha para uma consulta, é uma bagunça uma escola sem professores, é uma bagunça um paÃs de onde os jovens não podem esperar outra coisa que não seja a emigração”.
O presidente da IL apontou mais exemplos, nomeadamente a “bagunça” que considerou ter existido no atual Governo demissionário, do qual Pedro Nuno Santos fez parte.
“Foi o PS de Pedro Nuno Santos que hipotecou uma maioria absoluta com uma bagunça de saÃdas sistemáticas de governantes, um dos quais foi Pedro Nuno Santos”, disse.
JCR (MAD)// PC
Lusa/Fim
Â



