
Quito, 01 jul 2022 (Lusa) – O Governo e lÃderes dos protestos indÃgenas no Equador chegaram a um acordo, na quinta-feira, para pôr fim à s manifestações que paralisam o paÃs há mais de duas semanas e que causaram seis mortos.
O acordo, mediado pela Igreja Católica, e prevê uma redução total de 15 centavos (do dólar) no preço do combustÃvel, uma das principais exigências dos manifestantes, que são principalmente agricultores das montanhas andinas e da região amazónica do paÃs.
“Vamos suspender o movimento de protesto”, disse o lÃder da Confederação de Nacionalidades IndÃgenas (Conaie), Leonidas Iza, a organização que lidera os protestos.
“Alcançámos o valor mais alto a que todos aspiramos: a paz no nosso paÃs. A greve terminou”, escreveu o Presidente, Guillermo Lasso, na rede social Twitter.
O acordo prevê ainda criação de um comissão de negociação, o fim dos bloqueios e manifestações em todo o paÃs, e o levantamento do estado de emergência em vigor em quatro regiões.
Por outro lado, contempla a revogação e revisão de dois decretos, o primeiro sobre a extensão da exploração petrolÃfera na Amazónia, o segundo sobre a exploração mineira.
JMC // EJ
Lusa/Fim



