
Lisboa, 20 dez 2021 (Lusa) — O diretor nacional da PJ, LuÃs Neves, destacou hoje os valores da “independência” e “autonomia” desta polÃcia ao realçar “a coragem, garra e capacidade” das pessoas que servem a instituição.
“Não somos os polÃcias, somos a PolÃcia Judiciária. Somos feitos de pessoas como somos, de virtudes e de defeitos, mas no fim o que releva é a nossa capacidade, garra, o nunca desistir, o termos orgulho em sermos PJ, o termos compromisso com os valores da nossa independência, da nossa autonomia, no nosso amor à justiça, do nosso apego à realidade porque é isso que é feita a instituição e, naturalmente, a instituição é feita de pessoas”, disse LuÃs Neves.
O diretor da PJ falava durante a apresentação do livro “Um Diamante de Histórias – 75 anos, 75 testemunhos de quem fez e faz a PolÃcia Judiciária”, que decorreu hoje nas instalações daquele polÃcia.
Para assinalar os 75 anos, completados a 20 de outubro de 2020, a PolÃcia Judiciária lançou o livro “Um Diamante de Histórias” para procura promover a visão descontraÃda de momentos da PJ através de relatos – na primeira pessoa – de antigos e atuais colaboradores da instituição de várias áreas e regiões do paÃs.
No seu discurso, LuÃs Neves afirmou que o livro tem “histórias de coragem”, com “algum humor” e “com muito humanismo”.
“Não somos os polÃcias, como alguns à s vezes depreciativamente dizem, somos pessoas com alma, com coração, não somos uns mangas de alpaca, somos feitos de homens e mulheres com coragem”, precisou.
No final do lançamento do livro, LuÃs Neves afirmou aos jornalistas que “são 75 histórias apresentadas por homens e mulheres das diferentes áreas da instituição, maioritariamente ligadas à investigação criminal”.
“São histórias de todos os tempos, de todas as idades, várias visões e essa a diferença entre homens e mulheres que a instituição é feita. A maior parte das histórias tem um sentido humanista ligado muitas vezes à s vÃtimas, a quem temos uma atenção muito especial”, disse.
O diretor da PJ disse ainda que todas as histórias têm “um fundo ligado aos valores, à missão da instituição, que são os direitos humanos e das vÃtimas”.
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