
Lisboa, 30 out 2021 (Lusa) — O lÃder do CDS defendeu hoje que as eleições legislativas devem ter lugar “logo que possÃvel”, apontando 09 ou 16 de janeiro, e garantiu que o partido não será um “empecilho à normalidade democrática de Portugal”.
Falando aos jornalistas no final da audiência com o Presidente da República, que recebe hoje em Belém os partidos com assento parlamentar para discutir a dissolução da Assembleia da República e a data de eleições antecipadas, Francisco Rodrigues dos Santos reproduziu as palavras de Marcelo Rebelo de Sousa para afirmar que que as eleições devem ter lugar “logo, logo que possÃvel”, “apontando ou para o dia 09 de janeiro ou 16 de janeiro”.
“Entendemos que o paÃs não pode esperar, as eleições legislativas devem ser marcadas o quanto antes, e que a vida interna dos partidos não deve condicionar todo o interesse nacional e a necessidade de termos um Governo estável capaz de iniciar a recuperação social e económica do nosso paÃs”, afirmou.
Um dia depois de o Conselho Nacional do CDS ter concordado em adiar o congresso do partido — que teria lugar entre 27 e 28 de novembro, e em que Nuno Melo iria disputar a liderança com Francisco Rodrigues dos Santos — o presidente do partido garantiu que “não será, pela parte do CDS-PP, que o paÃs não terá um Governo o mais rapidamente possÃvel, não terá um orçamento que lhe permita iniciar esta recuperação económica e social do paÃs”.
“O CDS naturalmente não será um problema, não é um empecilho à normalidade democrática de Portugal, e estará assim empenhado em ser parte da solução, comprometendo-se com a participação na construção de uma alternativa polÃtica de centro-direita que permita ganhar as eleições e devolver a esperança aos portugueses”, indicou.
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