
 Lisboa, 11 out 2021 (Lusa) — O primeiro-ministro salientou hoje que a proposta de Orçamento para 2022 aumenta o investimento, foca-se nos jovens e é dirigida à s classes médias, prevendo menos 150 milhões de euros em IRS e atualização salarial na função pública.
Esta apreciação em relação à proposta orçamental do Governo consta de um vÃdeo gravado por António Costa, e que está disponÃvel no micro site explicativo do Orçamento do próximo ano – oe2022.gov.pt.
“O Orçamento do Estado para 2022 é um orçamento amigo do investimento, dirigido à s classes médias e focado nos jovens, mantendo as marcas dos orçamentos anteriores, como a aposta no SNS (Serviço Nacional de Saúde), o reforço da proteção social e o aumento do rendimento dos trabalhadores e dos pensionistas. E a garantia de contas certas”, refere o lÃder do executivo na sua mensagem.
De acordo com o primeiro-ministro, o Orçamento do próximo ano é “essencialmente dirigido à s classes médias, através da criação de dois novos escalões para tornar o IRS mais progressivo e, portanto, mais justo, devolvendo à s famÃlias um montante total de 150 milhões de euros por ano”.
“Um orçamento que valoriza o trabalho em funções públicas, assegurando o regular desenvolvimento das carreiras e a atualização anual dos salários, de modo a simultaneamente repor o poder de compra e garantir a sustentabilidade no longo prazo”, sustenta.
Nesta mensagem, o lÃder do executivo insiste que a prioridade do orçamento “são os jovens, desde logo, nas suas qualificações”.
“As bolsas de mestrado vão aumentar até ao triplo. Às polÃticas de arrendamento acessÃvel e de combate à precariedade, associamos um grande alÃvio fiscal para os jovens que iniciam o seu percurso profissional, através do IRS Jovem, que passa a ser automático, é alargado para cinco anos e passa a abranger também os rendimentos do trabalho independente”, aponta.
Ainda de acordo com o primeiro-ministro, as famÃlias com filhos “são outra grande prioridade deste Orçamento”.
“Para apoiar a natalidade, as creches vão continuar a ser gratuitas para todas as crianças até ao segundo escalão. Vamos alargar dos três até aos 17 anos o apoio de 600 euros por filho. E majorar a dedução fiscal a partir do segundo filho para 900 euros por criança até aos seis anos. Por fim, à s famÃlias com mais necessidades garantimos um apoio ainda maior, para erradicar a pobreza na infância”, especificou.
Segundo António Costa, a proposta do Governo vai também promover “o investimento, com vista à recuperação económica do paÃs”.
“Um orçamento que permite pôr em marcha o PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) e que aumenta consideravelmente o investimento público em cerca de 30%. Mas que também estimula o investimento privado, criando um Incentivo Fiscal à Recuperação, apoiando a capitalização das empresas e reduzindo os seus encargos, com o fim do Pagamento Especial por Conta”, assinala.
Para António Costa, a proposta de Orçamento do Governo “dá respostas concretas para melhorar a vida dos portugueses”.
“É o orçamento dos jovens, das famÃlias, da classe média”, reforçou.
Â
PMF // JPS
 Lusa/Fim



