Lisboa, 18 set 2021 (Lusa) — A GNR remeteu para a PolÃcia Judiciária a investigação do caso de disparos de uma arma de fogo denunciado por uma pessoa que afixava cartazes eleitorais, na noite de sexta-feira em Palmela.
Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana explica que pelas 22:20 recebeu uma denúncia via 112, que dava conta de disparos de uma arma de fogo por dois indivÃduos que se faziam transportar num motociclo.
A denúncia telefónica terá sido feita por um trabalhador de afixação de cartazes eleitorais que se encontrava a laborar no local, e posteriormente pelo alegado proprietário de uma habitação.
Segundo a GNR, foi feita inspeção do local na tentativa de recolher qualquer vestÃgio tendo os factos, pela natureza do crime, sido comunicados à PolÃcia Judiciária, que detém a competência para investigação.
Relativamente a estes factos, adianta a GNR, foi recebida uma queixa no Posto de Palmela e foi elaborado Auto de NotÃcia.
O CDS-PP comunicou hoje que a candidata do partido à Junta de Freguesia de Palmela, Setúbal, foi surpreendida na noite de sexta-feira por um tiroteio, quando se encontrava a colocar material publicitário.
A GNR assegurou à agência Lusa que na inspeção ao local não foram encontrados quaisquer indÃcios de causalidade entre os disparos e a afixação de cartazes eleitorais por parte da candidata.
Em comunicado, o CDS explicou que, por volta das 22:30, Linda Oliveira encontrava-se a colocar uma faixa publicitária relativa à s eleições autárquicas marcadas para o dia 26, na Avenida dos Caminhos de Ferro, quando “foi apanhada no meio de um tiroteio”.
Segundo o relato, “uma mota sem matrÃcula e sem luzes, com dois indivÃduos todos vestidos de preto, aproximou-se do grupo de candidatos” e terá disparado “dois tiros em direção aos presentes”.
“Não satisfeitos, depois de passarem pela candidata, voltaram a disparar mais dois tiros, acertando numa vivenda ao lado, assustando os residentes, que se atiraram para o chão”, lê-se no comunicado.
GC (SMM) // JAP
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