
BrasÃlia, 14 jan 2020 (Lusa) – O Departamento de Estado norte-americano elevou hoje o nÃvel de alerta para turistas que pretendam viajar para o Brasil devido à “criminalidade”, dirigindo atenções para favelas, regiões de fronteira e cidades satélite de BrasÃlia, capital do paÃs.
De acordo com as recomendações de viagem divulgadas hoje no ‘site’ do departamento governamental dos Estados Unidos da América (EUA), o alerta de segurança para o Brasil – que pode ir do nÃvel um ao quatro – , está agora no nÃvel dois, em que é aconselhado o aumento de cautela.
Já nas áreas especificamente não recomendadas, o nÃvel de alerta atinge o nÃvel máximo de quatro.
“Não viaje para quaisquer áreas a menos de 150 quilómetros das fronteiras terrestres do Brasil com Venezuela, Colômbia, Peru, BolÃvia, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Paraguai devido a crime”, alertou o Departamento de Estado, frisando que o Parque Nacional de Foz do Iguaçu e o Parque Nacional do Pantanal estão excluÃdos do aviso.
Também foi desaconselhada a visita a “empreendimentos informais de habitação – habitualmente referidos no Brasil como favelas, vilas, comunidades ou conglomerados -, a qualquer hora do dia devido ao crime”, nem mesmo com visitas guiadas.
As designadas “cidades satélites” de BrasÃlia, como Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá estão também na lista dos EUA de locais a não frequentar “durante o horário não diurno devido à criminalidade”.
Os funcionários do Governo norte-americano não têm permissão para se deslocarem à s zonas mencionadas, “exceto em circunstâncias limitadas e com aprovação prévia”.
O executivo dos EUA resume o Brasil como um paÃs com “crimes violentos”, como “assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros”, em “áreas urbanas”, de “dia e de noite”.
“A atividade de gangues e o crime organizado são generalizados. Assaltos são comuns. Os funcionários do Governo dos EUA são desencorajados a usar autocarros públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia, e principalmente à noite”, advertiu o Departamento de Estado.
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