
Maputo, 22 mai 2019 (Lusa) – O parlamento moçambicano aprovou hoje a Conta Geral do Estado de 2017, com os votos a favor da maioria da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), que suporta o Governo, e os votos contra da oposição.
A bancada da Frelimo considera que a CGE foi elaborada em obediência aos princÃpios e regras consagrados na lei e que “os resultados da gestão macroeconómica mostram um desempenho positivo a medir pela evolução dos principais indicadores”.
A CGE apresentada pelo executivo moçambicano mostra que a dÃvida externa de Moçambique aumentou em 10% para 9.487,9 milhões de dólares (8,4 mil milhões de euros) em 2017.
A CGE não faz menção especÃfica à s chamadas dÃvidas ocultas, secretamente avalizadas pelo anterior executivo moçambicano entre 2013 e 2014, tratando todos os encargos de forma global.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição em Moçambique, e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro partido, votaram contra, considerando que o documento viola o Orçamento do Estado e por incorporar as chamadas dÃvidas ocultas, no valor de 2,2 mil milhões de dólares (dois mil milhões de euros).
LFO (PMA) // VM
Lusa/Fim



