
Lisboa, 09 nov (Lusa) — Cerca de um terço dos 1.200 trabalhadores das missões diplomáticas portuguesas mantêm horários semanais de 44 horas, apesar do regresso da função pública às 35 horas semanais, em 2016, alertou hoje no parlamento uma dirigente sindical.
Os assistentes de residência, uma carreira profissional criada em 2013, “são os únicos trabalhadores que não tiveram a reposição das 35 horas semanais”, quando o atual Governo reverteu o aumento da carga horária da função pública, em julho do ano passado, explicou hoje a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e Missões Diplomáticas (STCDE), numa audição com os deputados da comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas.
Em causa estão 400 trabalhadores, entre cozinheiros, jardineiros, empregados de limpeza e motoristas, que trabalham nas embaixadas portuguesas, que representam um terço do universo dos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).



