
Lisboa, 19 set (Lusa) – Portugal pretende ter, em 2022, uma unidade de saúde capaz de tratar anualmente 700 doentes com cancro recorrendo à física de partículas de alta energia, tecnologia eficaz e com menos efeitos secundários do que a quimioterapia.
A informação foi avançada à Lusa pelo ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor, que hoje participou em Viena, Áustria, na abertura da 61.ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atómica.
Manuel Heitor aproveitou a deslocação a Viena para recolher apoio técnico para o projeto por parte da agência, cujo diretor-geral, Yukiya Amano, disse, virá a Portugal em abril.
