
Algés, Oeiras, 12 set (Lusa) — O secretário-geral do PCP declarou hoje que a denominada ‘geringonça’ foi uma solução “conjuntural” e que “dificilmente se repetirá” a assinatura de posições conjuntas no parlamento entre PS, BE, PCP e PEV, como aconteceu em novembro de 2015.
“O PCP vai para o Governo quando o povo português o entender. Naturalmente, esta nova solução política encontrada foi conjuntural e que dificilmente se repetirá”, anteviu Jerónimo de Sousa, à margem de uma ação de pré-campanha autárquica, em Algés, no concelho de Oeiras, ladeado pela cabeça de lista da Coligação Democrática Unitária (CDU) e líder parlamentar do partido ecologista “Os Verdes”, Heloísa Apolónia.
Em entrevista à Agência Lusa, publicada em 16 de julho, o líder comunista já afirmara que a integração dos comunistas num futuro executivo depende da expressão do voto popular e prática de políticas patrióticas e de esquerda, lamentando as contradições cada vez mais evidentes do Governo do PS.



